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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Amor, Carnaval e AIDS


Das antigas marchinhas de carnaval até os trios elétricos de hoje, "correu muita água debaixo da ponte". Antes os jovens flertavam e hoje a "galera fica".
O "ficar" depende de cada um, mas é importante conscientizar-se dos riscos para ficar tranqüilo e bem protegido. 
As doenças de transmissão sexual evoluíram tanto ao longo dos anos, que até mudaram de nome; de doenças venéreas - como eram conhecidas no tempo das marchinhas - agora se chamam DST, ou Doenças Sexualmente Transmissíveis, encabeçadas pela mais amedrontadora de todas que é a Aids.
Desde o fim da década de 80, várias alterações relacionadas as DST ocorreram em todo o mundo. Constatou-se que em todos os países o aumento da transmissão heterossexual do HIV (vírus da AIDS) era facilitado pela infecção anterior ou concomitante de outras DST. As autoridades sanitárias tiveram evidências incontestáveis de que o controle abrangente e consistente das DST na comunidade previne a transmissão do HIV da AIDS.
A estimativa da Organização Mundial de Saúde é que surjam 30 milhões de novos casos de DST por ano na América Latina. No Brasil, estima-se em 15 milhões essa ocorrência. Entretanto, esse número pode estar aquém do número real, já que as únicas doenças de notificação compulsória que os médicos devem avisar obrigatoriamente ao Governo são a sífilis congênita e a AIDS.
As principais DSTs:
As DST são um grande problema de saúde pública em todo o mundo, mas podem ser prevenidas e controladas. São transmitidas de uma pessoa para outra através do contato sexual, sendo as principais:
- Gonorréia;
- Sífilis ou Lues;
- Cancro Mole ou Bubão;
- Tricomoníase;
- Herpes Genital;
- Condiloma acuminado ou crista de galo;
- Cândiase ou Flores Brancas;
- Clamidea;
- AIDS. 
 Próximo à festividade do carnaval, data em que se é bastante lembrado o uso do preservativo, método mais eficaz na prevenção das DST-AIDS, os serviços de Saúde espalhados pelo país distribuem gratuitamente as camisinhas.
O alvo principal da campanha são os adolescentes, apesar de toda população ser atingida.
Portanto, vamos festejar com alegria, mas com muita consciência e responsabilidade, preservando o bem maior que temos: A VIDA!

Um ótimo carnaval a todos!!!





segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Saúde X Profissional Brasileiro



Ter qualidade de vida, desenvolver hábitos saudáveis faz com que você mantenha a mente e o corpo em perfeito equilíbrio, o ajuda muito em sua carreira. A revista Você S/A divulgou algumas dicas para você viver mais feliz em casa e no trabalho.



"A saúde do profissional brasileiro anda na corda bamba. Um estudo realizado pelo Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo, com 32 100 executivos constatou que 76% dos entrevistados são sedentários, 63% apresentam taxas de colesterol e triglicérides elevadas e 59% estão acima do peso ideal, tanto homens quanto mulheres. Essas características elevam o risco de doenças cardiovasculares, como enfarte e derrame.


Os níveis de ansiedade e depressão também são altos por causa da pressão por resultados e do medo de perder o emprego: cerca de 40% dos executivos brasileiros sofrem de estresse, de acordo com o Centro de Psicologia e Controle do Stress, de Campinas, em São Paulo. “A dinâmica de vida dos executivos, combinada a uma alimentação inadequada, ao tabagismo e ao alcoolismo, só agrava esse quadro”, diz Sandra Arsencio, cardiologista do Oswaldo Cruz.


Não deveria ser assim. Ao contrário, para ter um bom desempenho no trabalho e crescer na carreira, o profissional tem de estar com a mente e o corpo no melhor estado possível. 
Com a saúde em dia, a pessoa pensa melhor, sente-se disposta a encarar os desafios e ainda assim fica menos cansada. Mais importante ainda, evita todos os problemas relatados anteriormente. A saída inevitável é adquirir hábitos saudáveis. É fácil fazer isso? Não, mas é necessário, para não dizer urgente, para quem é sedentário. “O primeiro passo é escutar os sinais do corpo e se colocar como prioridade número 1 para as mudanças acontecerem”, diz Sandra Arsencio.


A decisão de viver melhor é sempre individual. “Tem que existir equilíbrio entre as dimensões de sua vida, que são: física, emocional, intelectual, social e espiritual”, afirma o médico Alberto Ogata, membro do comitê internacional do National Wellness Institute e presidente da Associação Brasileira de Qualidade de Vida. “Sem essa preocupação, não há como caminhar em direção ao bem-estar.”

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Médico discute antienvelhecimento e reposição hormonal


" O médico Ítalo Rachid, especialista em antienvelhecimento, foi o convidado do “Marília Gabriela Entrevista” no dia 06 de dezembro. Rachid é uma das maiores referências deste tipo de medicina no Brasil e afirma que a expectativa de vida humana chegará a 200 anos no fim do século. 


O médico defende a reposição hormonal como alternativa para retardar, e até mesmo reverter, o processo de envelhecimento. Garante, ainda, que o estresse diminui o tempo de vida. Veja um trecho da entrevista:



Envelhecer é inevitável, mas evitar as doenças recorrentes é uma possibilidade real: “90% das doenças que atuam na velhice são evitáveis”. O especialista explica que cada um envelhece em um ritmo diferente e que pessoas com a mesma idade cronológica podem ter muitos anos de diferença na idade do corpo.

Aos 50 anos, Ítalo diz que sua idade biológica marca apenas 29. Um programa de orientação nutricional, exercícios físicos e a reposição hormonal são os responsáveis por este privilégio. Ele explica que a partir dos 30 anos, o organismo começa a perder mais do que ganhar, justamente pela escassez da produção de hormônios. Novas técnicas, como a nanotecnologia, tornam completamente ultrapassada a ideia de que a reposição pode causar câncer, segundo o médico: “Quanto menos hormônio produz, menos renovação celular, e isso é a porta de entrada do câncer”. Gabi questiona até que ponto este assunto não se restringe a uma pequena parcela da população, com condições financeiras. Coordenador do grupo Longevidade Saudável, composto por 400 médicos e que atende a 400 mil brasileiros, Ítalo afirma que gasta R$ 290 por mês para o tratamento, e diz que os custos vêm diminuindo significativamente nos últimos anos.

Gabi pergunta se a andropausa, retardamento na produção de hormônios que acomete os homens com mais idade, é tão grave quanto à menopausa, o correspondente do universo feminino. Para o entrevistado, o processo é ainda mais grave, já que os homens não se preocupam com a saúde como deveriam. A queda da testosterona implica no aumento das taxas de hormônios femininos no homem, fenômeno muito perigoso, segundo o médico.



Fonte: site GNT.